Correspondencia do 2.o Visconde de Santarem, Volume 1

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Page 34 - VI quando pensou em sua politica restabelecer a antiga organisação primordial da Monarchia. Do conhecimento desta exigencia de alguns dos principaes Gabinetes, quando se compara com a theoria daquellas antigas instituições, em que a extensão do poder Real era de tal modo lata. que até na promulgação e sancção prestada e dada a alguns dos capitulos e supplicas dos Estados se servia dos termos — certa sciencia, pleno, Real e absoluto poder — concluem aquelles, que seguem passo a passo...
Page 158 - ... minha propria dignidade, ea honra da nação portugueza, que objectos tão graves como o que faz assumpto da referida representação, sejam tratados pelos meios legaes que estabelecem as leis fundamentaes da...
Page 90 - Rei de me uomear seu Logar-Tenente e Regente nesses Reinos para os governar na conformidade do que se acha prescripto na Carta Constitucional, dada por nosso augusto irmão á Nação Portugueza, não posso, todavia, dispensar-me de lhe annunciar que chegou ás minhas mãos o decreto de 3 de Julho do presente anno, em virtude do qual me acho plenamente autorisado para assumir a Regencia dos Reinos de Portugal e Algarves e suas dependencias. Determinado a manter illezas as leis do Reino e as instituições...
Page 90 - Minha querida mana. Posto que eu deva suppor que já terá chegado ao seu conhecimento a soberana resolução effectivamente tomada por nosso augusto irmão e rei, de me nomear seu logar tenente e regente n'esses reinos, para os governar na conformidade do que se acha prescripto na carta constitucional, dada...
Page 35 - Monárquicos da Carta, demonstrando pelos factos a sua tendência a pôr a coberto da mesma Carta tudo no andamento da revolução de 1820. * Não se tratou de seguir o rigor de...
Page 173 - Miguel, em 3 de maio, e que v. ex.« officialmente me remette no seu despacho n.° 8 reservado, uma contradicção manifesta com o juramento de fidelidade, que prestei a el-rei meu senhor, e á carta constitucional, que sua magestade outorgou á nação portugueza, visto que o sobredito decreto não faz menção do nome de el-rei...
Page 209 - Juro cumprir e fazer cumprir e guardar a carta constitucional decretada e dada por meu augusto irmão e rei o senhor D. Pedro IV, em 29 de Abril de 1826, para os reinos de Portugal e Algarves e seus domínios, tão inteira e fielmente como nela se contém'
Page 116 - Só tenho, por consequência, logar de escrever estas poucas regras, a fim de remetter a v. ex." o importante documento incluso, o qual, como já tive a honra de lhe dizer, se assevera ter sido dictado pelo duque de Wellington, e será sem duvida communicado por este gabinete a todos os seus alliados. Hontem escrevi a v. ex.a pelo barco de vapor; porém, constando-me que o dito barco se demorava até ao dia 25 em Portsmouth, proponho-me ter ainda amanhã a honra de dirigir a v. ex.
Page 195 - Reino, a que a mesma Nota allude. Foi com a mais pungente dor que eu me vi obrigado a dar aquelle passo necessario á conservação illibada da minha honra e da minha fidelidade, bem como á do sagrado juramento que com toda a Nação prestei obediente á Carta Constitucional da Monarchia, dimanada da legitima, reconhecida e plena authoridade do Senhor D. Pedro IV, e que só poderia postergar-se invocando contra ella a theoria abstracta, democratica e subversiva da Soberania do povo, incompativel...
Page 5 - Ministro e Secretario d'Estado dos Negócios do Reino o tenha assim entendido e faça executar. Palácio das Necessidades, em 2 de Outubro de 1833. Dom Pedro, Duque de Bragança. Cândido José Xavier. N.

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