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Garrafas:

2, côr de porfiro e agatha. -2, de calabaça, verde,

ouro e encarnado. 2,

ezul e ouro com azas.

azul claro e ouro. 6, axaroadas,

2, seistavadas, azul e ouro.

2, redondas, preto ouro, com azas. 6, seistavadas, azul, ouro e com azas.

Amphoras:

12, esmaltadas, encarnadas e douradas com azas. 5, verdes, douradas, com azas.

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Figuras :

6, que representam os Sacerdotes de Mafara. - 2, sacerdotes vestidos de verde e amarelo. 27, que representam os Martires da Lei. 65, de variadas formas e feitios. 36, de grupos de homens e mulheres. - 16 grupos de rapazes abraçados. - 5 de petizes em varias posições. 8, que representam uma familia em sua casa. 73, que representam uma festa n'um jardim. 1 de mulher que representa a Fortaleza. 66 que representam as Virgens Vestaes. 6o que representam o Arremedo das Imagens Catholicas. 21, tambem de mulheres, com galos à ilharga, em variadas posições. 29, de homens, mulheres e creanças de varios tamanhos. -4 ricas, vestidas e penteadas, pintadas a azul, branco e ouro. -2 que representam Os Tributos Devidos a um Monarcha. - 3 de mulheres em elephantes. 56 de homens, mulheres e creanças montados em cavallos, serpentes e leões. 13 de cavallos, elephantes. — 13 de cavallos, elephantes, serpentes. - 156 leões em várias posições. 15. macacos. 6 gamos. 10 pombas. 31 galgos.5 pavões. - 2 patos. I cegonha. 2 corujas. 30 cães. - 14 cães d'agua.

-

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2 rãs.

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6 pargos.

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5 elephantes. 3 camellos. 10 veados. - e 4 papagaios.

CRISTAIS

Todos os cristais que existiram em Queluz, vieram de França e Inglaterra e consignados a Manuel Gomes de Carvalho e Silva (1).

Constavam de variadíssimas peças: até 1787 existiam 7375, entre copos vários, garrafas, floreiras, taboleiros, placas, candieiros, pratos de sorvete, mangas, jarros, bacias, castiçais, etc., etc.

(1) Muitas contas se encontram no Arquivo Nacional da Tôrre do Tombo, referentes a vários carregamentos de Caixas de vidros, as quais embarcavam no Havre; assim encontramos o seguinte carrega.

mento:

«Facture de 11 Caisses de glaces chargées par ordre & pour compte de Monsieur Manoel Gomes de Carvalho e Silva de Lisbonne, sur le Navire L'Alexandre, Cap. Robert Michel Prevost, à leur consignation au Havre, 30 7bre. 1755».

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A conta nada tem de interessante.

Maços da Casa do Infantado, n.o 587.

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CAPÍTULO XIII

HISTÓRIA DAS PRINCIPAIS SALAS DO PALÁCIO

As salas do Palácio de Queluz morreram, como morto tudo nêle está.

Despidas de tôda a sua riqueza e magestosa grandiosidade, desertas, arruïnadas, dormem o sono eterno, esquecidas da sua época, da sua epopeia, e de tôda a pompa e esplendor. Só restam as paredes e essas mesmas, nuas.

Mobiliário, tapeçarias, ricos panos de Arrás, damascos, sedas, alcatifas, cristais, tudo, emfim, que ornava o Palácio, foi levado pela onda destruïdora, que o arrasou por completo.

Só resta a história, e é ela que, recordando-nos o passado, nos fará reviver Queluz.

Sala do trono

Era rica e magestosa, mas não da primitiva do Palácio. Foi principiada a construir no ano de 1768, debaixo da direcção do arquitecto francês Jean Baptiste Robillion, sendo para tal fim demolidos cinco quartos que ela englobava (1). Dava ingresso a esta sala, pelo lado do terreiro,

(1) Vide págs. 166 a 168, casas n.oo 21 a 25.

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